Uncategorized

A importância da relação peso/potência nos carros e os piores casos no Brasil

A performance de um carro não depende apenas da potência do motor, mas também da relação peso/potência, principalmente em situações de aceleração e arrancada. Uma baixa relação peso/potência pode comprometer a agilidade e o desempenho do veículo, mesmo com motores de potência relativamente baixa. Um exemplo disso é o Lotus Elise S, que com apenas 136 cavalos de potência consegue acelerar de 0-100 km/h em apenas 6 segundos, graças à sua ótima relação peso/potência. A relação peso/potência é a relação entre a cavalaria do motor e o peso do veículo, e mesmo carros com poucos cavalos de potência podem ter bom desempenho se forem leves.

A revista fez uma lista dos piores casos de relação peso/potência no Brasil, destacando modelos que não oferecem bom desempenho devido a essa relação desfavorável. O Fiat Grand Siena com motor 1.0, o Fiat Argo 1.0, o Nissan Versa 1.0, o Novo Uno, a Fiat Strada Cabine Dupla 1.4, o Prisma Joy Plus 1.0, o Onix Sedan 1.0 e 1.0 Turbo, o Fiat Mobi 1.0, o Suzuki Jimny antigo, o Fiesta Sedan 1.0, a Volkswagen Kombi, o Fiat Doblò 1.4, a Palio Weekend 1.0, o Fiat Punto 1.4, o Ford EcoSport 1.0, a Citroen Xsara Picasso 1.6, o Chevrolet Omega 2.0, a Chevrolet Meriva e a Chevrolet Zafira com motor 2.0 de oito válvulas são alguns dos modelos com as piores relações peso/potência do Brasil. Esses modelos enfrentam dificuldades de desempenho devido ao alto peso em relação à potência do motor. A revista ressalta que a relação peso/potência é um fator importante a ser considerado na escolha de um veículo, especialmente para aqueles que valorizam o desempenho e a agilidade.