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As maiores gambiarras da indústria automotiva brasileira

Quase todas as montadoras que atuam no mercado brasileiro já fizeram ou ainda fazem algumas gambiarras para oferecer soluções diferenciadas para os consumidores. Os carros “gambiarras” são aqueles modelos que nasceram reaproveitando diversos componentes de outros veículos, ou que sofreram com a pesada tributação brasileira. Apesar disso, nem sempre esses modelos são ruins, alguns são bastante razoáveis, mas outros sofrem (ou sofreram) de males que só um projeto novo pode salvar. Confira quais foram as maiores gambiarras da indústria automotiva brasileira. O Volkswagen Gol foi lançado em 1980 com a plataforma adaptada do Passat, com o motor 1300 arrefecido a ar e com linhas claramente inspiradas no Scirocco, além dos instrumentos do painel da Variant II. A primeira geração do Chevrolet Agile, considerado uma das maiores gambiarras da indústria automotiva brasileira, surgiu em meio à crise que assolava o mercado norte-americano. Ele nasceu com a plataforma do antigo Corsa B, sem direito a um simples subchassi dianteiro e uma série de cortes de custos descarados. O Ford Ka original teve um estilo que não agradou os brasileiros, o que levou a um facelift que nunca aconteceu no Velho Mundo. O Honda WR-V, feito em cima do Fit e vendido como SUV, é praticamente idêntico ao Fit, mas mais caro e menos equipado. A Fiat Strada, apesar de ser um dos comerciais leves mais vendidos no Brasil, também é uma bela de uma gambiarra, com sua última versão mantendo a mesma geração lançada em 1998. O Fiat Doblò para passageiros não foi feito para o transporte de pessoas e não é lá muito confortável, além do isolamento acústico não ser dos melhores. O Chevrolet Montana de última geração era um Agile com caçamba, ou seja, um Corsa B utilitário. A Ford Del Rey foi construída sobre uma plataforma inalterada do Corcel e se tornou uma comprometeção devido ao espaço interno limitado pela distância entre eixos. O Renault Captur foi construído em cima da plataforma do Duster, o que fez com que tivesse acabamento interno mais simples, uma dose a menos de equipamentos e mecânica menos avançada. O Honda WR-V, feito em cima do Fit e vendido como SUV, é praticamente idêntico ao Fit, mas mais caro e menos equipado. A primeira geração do Volkswagen Gol teve a plataforma adaptada do Passat, com o motor 1300 arrefecido a ar, linhas claramente inspiradas no Scirocco, e instrumentos do painel da Variant II. O Chevrolet Agile é considerado uma das maiores gambiarras devido à plataforma do antigo Corsa B, sem direito a um simples subchassi dianteiro e uma série de cortes de custos descarados.