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Os 15 carros com os piores nomes do mercado automotivo

O exercício de criar um nome para um novo carro pode resultar em palavras interessantes, ainda que desprovidas de significado, como o caso do Megane. No entanto, nem sempre tudo dá certo, e há casos de carros que adquirem nomes mal vistos, tanto em seus mercados locais quanto em outros. Nesse sentido, selecionamos os 15 carros com os piores nomes, que incluem modelos ainda à venda e aqueles que já foram descontinuados.

Começando pelos modelos presentes no mercado brasileiro ou com nomes infelizes para os brasileiros, destacamos o Pinto, um sedã compacto da Ford comercializado nos Estados Unidos entre 1971 e 1980. Este modelo serviu de base para a segunda geração do Ford Mustang, compartilhando a plataforma com o carro de nome peculiar. Além disso, o Xsara Picasso da Citroën e a linha C4 Picasso, embora homenageiem o famoso pintor espanhol, acabaram lembrando algo de tamanho avantajado, levando a interpretações não desejadas. A marca Chana, embora seja apenas o nome de uma fabricante de carros, foi prontamente interpretada como algo obsceno. Apesar disso, anos depois, a marca trocou seu nome para ‘Changan’ para contornar a situação. A van da Kia Motors, apelidada de ‘Besta’, comercializada no Brasil entre 1993 e 2005, acabou por atrair interpretações indesejadas devido ao significado pejorativo da palavra.

Além disso, o Escort da Ford, oferecido no mercado brasileiro de 1983 a 2004, teve o desafio de ter um nome que poderia ter significados ambíguos. O kei car vendido no Japão entre 1999 e 2006 também enfrentou desafios semelhantes, enquanto o segundo kei car japonês, vendido entre 2000 e 2004, apresentava um nome em inglês com significado controverso em alguns países. Já o Mitsubishi Pajero, um SUV de porte médio bem aceito no Brasil, precisou alterar seu nome para ‘Mitsubishi Montero’ em países de língua espanhola, devido ao significado pejorativo da palavra ‘Pajero’. Além disso, um modelo vendido apenas no Japão apresentava um nome que, em espanhol, significava ‘caca de nariz’, o que certamente gerou situações engraçadas. O LaCrosse, em francês, pode se referir a atos obscenos, enquanto um modelo americano teve dificuldades de vendas na América Central e do Sul devido a interpretações negativas do nome em espanhol. Outro caso curioso é o Honda Fit, que originalmente deveria se chamar Fitta, mas teve que ser mudado devido ao significado pejorativo do nome em países nórdicos. Por fim, um nome dado aos Dodge Dart de duas portas, presente em revistas e concessionárias, também foi associado a significados negativos, assim como o nome de um compacto da década de 70, relacionado a uma criatura mitológica que gerava problemas.

Neste sentido, é possível observar a importância do significado dos nomes dos carros em contextos culturais diferentes, enfatizando a necessidade de considerar possíveis interpretações negativas ao nomear um modelo para evitar impactos indesejados no mercado.