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Os 15 carros com os piores nomes do mundo: uma seleção curiosa

O exercício de criar um nome para um novo carro pode resultar em palavras interessantes, como Megane, que não possuem significado específico. No entanto, nem sempre tudo dá certo, e há casos de carros com nomes mal vistos, seja em seus mercados locais ou em outros. Pensando nisso, selecionamos os 15 carros com os piores nomes.

Começando pelos modelos vendidos ou anteriormente comercializados no Brasil, temos o Pinto, um sedã compacto da Ford que foi vendido nos Estados Unidos entre 1971 e 1980. Apesar de ter servido de base para a segunda geração do Ford Mustang, seu nome gerou interpretações negativas. Outro exemplo é a minivan da Citroën, Xsara Picasso, cujo sobrenome ‘Picasso’ pode ser interpretado de forma pejorativa, o que pode levar a situações desagradáveis para alguns consumidores.

A marca de carros Chana também entra nessa lista, com seu nome propenso a interpretações obscenas. Apesar de ter sido trazida para o mercado brasileiro em 2006 com uma linha de veículos utilitários, a empresa optou por alterar seu nome para Changan posteriormente. Já a van da Kia, chamada de Besta, que foi vendida no Brasil de 1993 a 2005, acabou sendo associada a um significado negativo, o que pode ter impactado sua imagem junto aos consumidores.

Outro modelo com nome problemático é o Escort, popular carro da Ford, que tem significados negativos em alguns idiomas. Além disso, o kei car vendido entre 1999 e 2006 no Japão, conhecido como Daihatsu Naked, teria enfrentado problemas em países de língua inglesa devido ao significado de sua nomenclatura. Já o Mitsubishi Pajero, SUV de porte médio bem aceito no Brasil, precisou ter seu nome alterado para Mitsubishi Montero em países de língua espanhola, devido a conotações negativas em espanhol.

Quanto aos modelos com nomes embaraçosos em outros mercados, destacam-se o kei car japonês conhecido como Mazda Laputa, com conotações negativas em inglês, assim como o Nissan Moco, que tem um significado constrangedor em espanhol. O Buick LaCrosse é mais um exemplo, pois em francês o nome pode se referir a um ato constrangedor. O Ford Pinto, além da interpretação negativa já mencionada, também recebeu críticas relacionadas ao seu nome em anúncios e concessionárias. Por fim, o Dodge Swinger, um compacto da década de 70, carrega o nome de uma criatura mitológica que pode gerar interpretações desfavoráveis.

Portanto, a escolha de nomes para carros pode ser mais complicada do que se imagina, e a seleção desses 15 exemplos evidencia como uma má escolha pode afetar a imagem e a recepção de um veículo.