
Uma força-tarefa lançou nesta quinta-feira (28) a segunda fase da Operação Carbono Oculto, mirando um esquema criminoso que envolve fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis. Essa iniciativa investiga o desvio de solventes petroquímicos, como a nafta, que são vendidos ilegalmente como gasolina, o que gera sérios riscos para os motores dos veículos. Especialistas alertam que a nafta, apesar de ser mais barata, pode causar danos significativos ao motor, especialmente quando misturada com gasolina. Além disso, mecânicos destacam dificuldades em identificar o combustível adulterado apenas pela aparência, recomendando atenção a mudanças no cheiro e no funcionamento do veículo. Engenheiros e mecânicos indicam que os danos podem incluir desde problemas na bomba de combustível até o entupimento do catalisador, agravando a situação dos motoristas.